Posso olhar para trás ver a estrada em que passei os mais belos caminhos que trilhei.
Estes por onde passei, após, os continuei... Os mais difíceis enfrentei, ultrapassei, mesmo que um pouco demorado, cheguei.
Dos mais fáceis tirei proveito e o restante do tempo, usei.
As mais belas amizades, conquistei, aproveitei, ajudei, continuei....
Hoje vejo as muitas que tenho e sabem desfrutar de tudo que aprendemos, construímos e vivemos.
Existem também aquelas distantes, mas que não as deixo de reconhecer, são amizades, as que construí, vivi e que muito me dei.
Poucas as que reconhecem todos os momentos, o quanto por elas fiz e compartilhei, e por quaisquer motivos banais, deixam de significar, pouco parecem se importar... Há também aqueles poucos momentos em que se recordam, que precisam e sendo assim se aproximam.
Como caracterizar essas tantas amizades?!
Diria... Amizades.
Não me importa o tempo em que estão ao meu lado, compartilhando de meus momentos, de meu trabalho, de meus sentimentos, se é muito ou pouco, tempo nenhum... Aqui estou, quando com elas estive, passei e aprendi a ser o que sou!
Muitas as vezes que por elas desfiz e desisti de tantos querer, digo em tempo, em dia, em lugares, em pessoas, em minhas vontades... E se me arrependo?
Como disse, fui o que sou e não me arrependo, a todos que com minhas decisões sofreram, fui sincera como sou. Posso não ter dito palavras o bastante e também não conforta-lás o suficiente, mas jamais escondi o que eu desejava no momento, o que sentia e claro o que também não sentia, com certeza os que com minhas nem sempre doces atitudes lidaram, algo aprenderam.
Muitas delas comigo hoje estão sã e salvas, recuperadas. Minha leve consciência seja ela boa às vezes ruim, foi sincera, posso ter sido a primeira, mas de muitas que irão ser. Como aqueles que me foram e que ainda irão ser, mas que se não fosse estes, eu jamais construiria, seria o que sou
e saberia o que sei.
quinta-feira, 23 de abril de 2009
sábado, 18 de abril de 2009
Desculpe estou um pouco atrasada
Mas espero que ainda dê tempo, de dizer que andei errada e eu entendo
As suas queixas tão justificáveis
E a falta que eu fiz nessa semana
Coisas que pareceriam óbvias, até para uma criança
Por onde andei enquanto você me procurava?
Será que eu sei, que você é mesmo tudo aquilo que me faltava?
Amor eu sinto a sua falta
E a falta é a morte da esperança
Como um dia que roubaram seu carro
Deixou uma lembrança
Que a vida é mesmo coisa muito frágil
Uma bobagem, uma irrelevância
Diante da eternidade do amor de quem se ama
Por onde andei enquanto você me procurava?
E o que eu te dei foi muito pouco ou quase nada?
É o que eu deixei, algumas roupas penduradas
Será que eu sei que você é mesmo tudo aquilo que me faltava?
...
Nando Reis
Mas espero que ainda dê tempo, de dizer que andei errada e eu entendo
As suas queixas tão justificáveis
E a falta que eu fiz nessa semana
Coisas que pareceriam óbvias, até para uma criança
Por onde andei enquanto você me procurava?
Será que eu sei, que você é mesmo tudo aquilo que me faltava?
Amor eu sinto a sua falta
E a falta é a morte da esperança
Como um dia que roubaram seu carro
Deixou uma lembrança
Que a vida é mesmo coisa muito frágil
Uma bobagem, uma irrelevância
Diante da eternidade do amor de quem se ama
Por onde andei enquanto você me procurava?
E o que eu te dei foi muito pouco ou quase nada?
É o que eu deixei, algumas roupas penduradas
Será que eu sei que você é mesmo tudo aquilo que me faltava?
...
Nando Reis
sexta-feira, 10 de abril de 2009
Interior do meu externo
Fortes, leves, soltos... Eram.
Passaram-se um, dois...
Perguntei-me quem seres, por não saber.
Não obtive se quer alguma resposta... Não havia ninguém para responde-las.
Continuei-me a questionar... Nenhuma resposta se quer ouvia, sabiam.
Até quando me questionaria?
Não me responderiam.
Tais perguntas me continuariam, aborreceriam-me... E eu, não suportaria.
Assim como às vezes suportam-me-iam...
Às vezes, assim gritante... Outras, assim tranquila, errante.
Essas tais perguntas... Como comprenderiam?
É, eis que sou, a questão...
Passaram-se um, dois...
Perguntei-me quem seres, por não saber.
Não obtive se quer alguma resposta... Não havia ninguém para responde-las.
Continuei-me a questionar... Nenhuma resposta se quer ouvia, sabiam.
Até quando me questionaria?
Não me responderiam.
Tais perguntas me continuariam, aborreceriam-me... E eu, não suportaria.
Assim como às vezes suportam-me-iam...
Às vezes, assim gritante... Outras, assim tranquila, errante.
Essas tais perguntas... Como comprenderiam?
É, eis que sou, a questão...
sábado, 4 de abril de 2009
Suave
Durante a semana, rápidos passos e pensamentos ocupados
Sonos leves se seguiam...
Na manhã do dia seguinte mais um dia, diferente... Eu o fiz.
Desperdiço seria gastar meu tempo, repetindo erros. Mudei o caminho!
Sexta, um alivio.
Sábado, os dias se aproximam e a tal equação continua...Falta pouco, mas ainda tenho que resolve-la.
Resultados talvez melhora-los.
Mas, mesmo assim, é o suficiente para reconhecer-me.
Mais um dia que construí, traçei, mudei... Aos poucos modelei.
Sonos leves se seguiam...
Na manhã do dia seguinte mais um dia, diferente... Eu o fiz.
Desperdiço seria gastar meu tempo, repetindo erros. Mudei o caminho!
Sexta, um alivio.
Sábado, os dias se aproximam e a tal equação continua...Falta pouco, mas ainda tenho que resolve-la.
Resultados talvez melhora-los.
Mas, mesmo assim, é o suficiente para reconhecer-me.
Mais um dia que construí, traçei, mudei... Aos poucos modelei.
terça-feira, 17 de março de 2009
Que falta você me faz
Aqui estou.
Não sei se vou ou se fico, se choro ou rio...
Onde, não sei, saber está difícil, impossível.
Estou perdida e pior, sem fuga e sem luta.
Forças, parecem que não as tenho, parece-me que não consigo, mas aqui eu fico, posso ser apenas mais um, mas com certeza são, muito menos que uma batalha , uma guerra.
Pesam-me tanto, desgastam-me, arrancam e com eles se vão todos os meus encantos...Amanha será mais um dia, desses?
Não.
Não quero mais que uma decepção, deixe que elas se vão... Quero ficar, mesmo que sem forças, um dia me retribuirão, saiba você, seja você, ninguém ou do além, que não, você não irá me arruinar...Deixe-me em paz.
...Meus dias no inferno...
Não sei se vou ou se fico, se choro ou rio...
Onde, não sei, saber está difícil, impossível.
Estou perdida e pior, sem fuga e sem luta.
Forças, parecem que não as tenho, parece-me que não consigo, mas aqui eu fico, posso ser apenas mais um, mas com certeza são, muito menos que uma batalha , uma guerra.
Pesam-me tanto, desgastam-me, arrancam e com eles se vão todos os meus encantos...Amanha será mais um dia, desses?
Não.
Não quero mais que uma decepção, deixe que elas se vão... Quero ficar, mesmo que sem forças, um dia me retribuirão, saiba você, seja você, ninguém ou do além, que não, você não irá me arruinar...Deixe-me em paz.
...Meus dias no inferno...
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
A, E, I, O, U...
Escrevo não sei pra quê, talvez saiba o por quê!
Escrevo porque quero e preciso, as palavras precisam escrever, então eu venho e as encaixo aqui, dou forma às frases e sentidos às palavras... Mesmo que elas não tenham a intenção de ter.
Agora não sei o por que escrevo, talvez por não conseguir ficar sem escrever, mesmo quando não se está pensando em nada ou sentindo nada, basta estar... Eu quero soletrar e escrever estas algumas palavras.
Para um dia sem graça. Com muita graça, eu.
Escrevo porque quero e preciso, as palavras precisam escrever, então eu venho e as encaixo aqui, dou forma às frases e sentidos às palavras... Mesmo que elas não tenham a intenção de ter.
Agora não sei o por que escrevo, talvez por não conseguir ficar sem escrever, mesmo quando não se está pensando em nada ou sentindo nada, basta estar... Eu quero soletrar e escrever estas algumas palavras.
Para um dia sem graça. Com muita graça, eu.
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
Não é a vida quem nos ensina ou nos proporciona os momentos e sim as pessoas, são elas quem nos mostram, proporcionam, nos levam à vivencia...
Desde aquelas mais pequenas, que de tão pequenas se destacam e ficam... Levamos para sempre e à aquelas que de tão absurdas, imagináveis e grandes, deixam as marcas, mas que o tempo cuida de apagar... E recordar, não nos é permitido, elas não nos vem, só fica a breve sensação de já termos presenciado aquele momento ou aquela pessoa.
São estes, se não fossemos uns aos outros quem seriamos, se não pudéssemos compartilhar de nossas histórias, acontecimentos que nos acrescentam algo de tão extraordinário, inesquecível... Como seria não nos lembrarmos do que nos aconteceu hoje, ontem, como seriamos sem as lembranças, como seria sentir, viver ?!
Pois é, mas desses momentos são muitos, os poucos que tiram proveito de todos, que sabem sentir a consequência de cada ação e que assim levam verdadeiras experiências, aprendizados, muitos desses preferem fingir, se enganar, até mesmo sumir, morrer, na história desses que o passaram. by La
Desde aquelas mais pequenas, que de tão pequenas se destacam e ficam... Levamos para sempre e à aquelas que de tão absurdas, imagináveis e grandes, deixam as marcas, mas que o tempo cuida de apagar... E recordar, não nos é permitido, elas não nos vem, só fica a breve sensação de já termos presenciado aquele momento ou aquela pessoa.
São estes, se não fossemos uns aos outros quem seriamos, se não pudéssemos compartilhar de nossas histórias, acontecimentos que nos acrescentam algo de tão extraordinário, inesquecível... Como seria não nos lembrarmos do que nos aconteceu hoje, ontem, como seriamos sem as lembranças, como seria sentir, viver ?!
Pois é, mas desses momentos são muitos, os poucos que tiram proveito de todos, que sabem sentir a consequência de cada ação e que assim levam verdadeiras experiências, aprendizados, muitos desses preferem fingir, se enganar, até mesmo sumir, morrer, na história desses que o passaram. by La
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