sexta-feira, 10 de abril de 2009

Interior do meu externo

Fortes, leves, soltos... Eram.
Passaram-se um, dois...
Perguntei-me quem seres, por não saber.
Não obtive se quer alguma resposta... Não havia ninguém para responde-las.
Continuei-me a questionar... Nenhuma resposta se quer ouvia, sabiam.
Até quando me questionaria?
Não me responderiam.
Tais perguntas me continuariam, aborreceriam-me... E eu, não suportaria.
Assim como às vezes suportam-me-iam...
Às vezes, assim gritante... Outras, assim tranquila, errante.
Essas tais perguntas... Como comprenderiam?
É, eis que sou, a questão...